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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lícia Manzo é a nova aposta da Globo para a novela das 18h


Regina Rito

Escalada para escrever A Vida da Gente, que estreia em setembro e vai substituir Cordel Encantado, a autora Lícia Manzo sabe que terá uma responsabilidade e tanto pela frente.

Já está sentindo o peso de ter que substituir Cordel Encantado, que é um grande sucesso (média de 30 pontos de audiência)?
Nossa, isso é uma perturbação. Quando vou ao cabeleireiro me perguntam: 'Quando vai estrear sua novela? Poxa, Cordel vai acabar?' É duro, mas o que posso fazer (risos). Tenho que lidar com isso. Com Cordel, eu vi uma relação de paixão com o público. Há uma coisa muito poética, uma excelência de produção. Mas, em tudo na vida, a gente se adapta às exigências. Temos essa capacidade de responder, de se adequar, e também tem a equipe que eu consegui formar.

Que autores você admira?
Como espectadora eu gosto de vários. Mas em especial o Manoel Carlos e o Gilberto Braga, por serem humanistas. Aguinaldo Silva também. Senhora do Destino foi um novelão maravilhoso.

Você é mais uma autora mulher no horário das seis. Acha bacana mulheres aparecerem mais agora como autoras de novelas?
Como tudo, em todos os espaços, o mundo estava devendo esse equilíbrio.

E como será A Vida da Gente?
Minha novela é basicamente urbana, de comportamento contemporâneo. A história central gira em torno de uma jovem tenista com carreira promissora, a Ana (Fernanda Vasconcellos), sua irmã rejeitada, a Manuela (Marjorie Estiano), e o irmão postiço delas, Rodrigo (Rafael Cardoso). Ana e Rodrigo foram criados durante sete anos como irmãos (dos 10 aos 17 anos). De repente, na adolescência, eles se descobrem apaixonados.

O relacionamento do casal principal vai gerar conflitos?
A mãe dela, Eva (Ana Beatriz Nogueira), e o pai do Rodrigo, Jonas (Paulo Betti), não aprovam o relacionamento dos dois. Mas Ana fica grávida e, após sofrer um acidente que a deixará em coma, a criança será criada pela irmã e pelo irmão de criação. Depois de três anos com a irmã em coma, Manuela e Rodrigo também começam a desenvolver um amor e formam uma família. Quando estão estabilizados e felizes, a irmã sai do coma.

Por que escolheu Porto Alegre para ambientar a trama?
Na verdade, a sugestão veio do Jayme Monjardim e eu a abracei com muito entusiasmo. A protagonista da novela é uma tenista, que é uma espécie de "Guga de saias". Parece que o Brasil é Rio e São Paulo só. Achei legal essa novidade, e também acho que esse ambiente do Sul, do visual mais europeu, tem a ver com o tênis e também com coisas que a trama traz.

Quando você começou a escrever a novela, pensou nos atores que iam viver os personagens?
Nada. Eu nem tinha expectativa que a sinopse fosse aprovada tão rápido. E eu sei que o processo dentro da emissora é muito moroso. Para você ter uma ideia, entreguei a sinopse no final de setembro do ano passado. Ela foi avaliada por dois meses e só fiquei certa de que iria entrar no final de fevereiro. A partir daí, eu sentei com o Jayme, agradeci a Deus e à Santa Clara, padroeira da televisão.

Quem você acha que vai cair logo no gosto do telespectador?
Acho a personagem Ana, da Fernanda Vasconcellos, muito carismática. Depois tem a irmã dela, rejeitada pela mãe. São mulheres muito fortes, humanizadas, guerreironas. A Eva, vivida por Ana Beatriz Nogueira, também. Ela é horrível na novela, manipuladora, mas é um grande personagem. E tem o Jonas, pai do Rodrigo, em crise de meia-idade. Além do próprio Rodrigo, que será muito heroico.

Como é esse mocinho?
Um menino com 17 anos se dispor a assumir uma criança, isso que eu acho que está me dá dando tesão na novela. Mas não estamos tentando fazer de uma maneira romântica ou heroica. O Rodrigo assume a filha, mas num primeiro momento ele dá uma regredida. Imagina um garoto ter que lidar com aquilo do nada? E ele vai fazer a Manuela cobrar dele uma atitude de pai sem ela ser mulher dele. Começa então a desenrolar a relação deles a partir dessa responsabilidade em comum.

Você tem algum método para escrever?
Acordo, dou minha caminhada no Jardim Botânico e ali me vem muita ideia. Aí anoto coisas em meu bloquinho, e tenho o costume maluco de ligar para casa e deixar recado gravado na secretária eletrônica. Chego lá e anoto!.

Você começou sua carreira como atriz. Desistiu de atuar?
Fui atriz profissionalmente durante 15 anos. Mas desistir é uma palavra que não uso muito, porque parece que você não conseguiu, e eu vivia disso.

Então o que aconteceu?
Me desinteressei gradualmente. Comecei muito nova, a primeira peça profissional que fiz foi aos 15 anos, e tive a sorte de parar aos 30. Guardo coisas preciosas daquela época, mas vi que muitas eram incompatíveis comigo. Estabilidade financeira em primeiro lugar, por exemplo. Depois percebi que funciono melhor sozinha, diante de um computador.

Qual a diferença de escrever para teatro e para a TV?
Os atributos pedidos para um e para outro são bastante distintos. Tiro meu chapéu para todos que fazem TV, porque é muito tempo no ar. Tem que estar sensível e num ritmo veloz. Tem que atender a jornalista, cuidar de merchandising, ver a produção. É muita coisa junto sem perder o fio e contar uma boa história. Novela dura nove meses. Teatro é o contrário. A dificuldade é contar uma história enorme em uma hora e 10 minutos.

Você faz análise?
Há 200 anos. E ainda neurótica! (risos). Não faço para buscar a cura. Busco melhorar a qualidade de relacionamento das pessoas comigo.

"Fina Estampa" começa com Ibope maior que "Insensato Coração"


Cenas de praia, Malvino Salvador tomando banho e desfilando sem camisa, peitos nus, mulheres molhadas e um forte tom de comédia. Esses ingredientes puseram o primeiro capítulo de “Fina Estampa”, trama de Aguinaldo Silva que estreou no horário das 21h, no topo do Ibope, com audiência média acima dos 40 pontos. O índice ainda é prévio, mas já é maior que a estreia de suas duas últimas antecessoras “Passione” e “Insensato Coração”, que marcaram média de 37 pontos na estreia. Cada ponto no Ibope equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.

Os pontos fortes foram as protagonistas Christiane Torloni, como a megera Tereza Cristina, e sua antagonista Lília Cabral, como Griselda/Pereirão, que mostraram que uma dupla de protagonistas forte já garante uma boa audiência. Destaque também para Marcelo Serrado como o mordomo Crô.

Mesmo assim, internautas criticaram o clichê filho humilhando mãe trabalhadora (Caio Castro versus Lília Cabral), o mesmo existente em “Morde e Assopra”, e, ainda, a abertura: uma sequência de espelhos com uma mulher desfilando vestida de vermelho e cinza, as mesmas cores da abertura de “Insensato Coração”.

A abertura, inclusive, lembra a de “Brilhante”, trama de Gilberto Braga exibida nos anos 1980. Um internauta chegou a comentar que se tratava de uma homenagem à boa audiência deixada pelo antecessor, já que “Insensato” recuperou a tendência de queda na audiência do horário.

Conheça os personagens de "Fina Estampa" - Wallace (Dudu Azevedo) - De família pobre, Wallace viu seu destino mudar quando foi chamado para lutar Vale Tudo nos Estados Unidos, pra onde vai com a ambiciosa Teodora (Carolina Dieckmann).

Outro internauta ironizou “Insensato”, dizendo que se “Fina Estampa” fosse de Gilberto Braga já teriam morrido cinco personagens.

Mayana Neiva entra em Cordel Encantado como uma atriz de cinema mudo


Sucesso como a Desirée de Ti-ti-ti, Mayana Neiva entrará na novela Cordel Encantado. Ela será Vicentina, uma atriz de cinema mudo com uma peculiaridade bem engraçada. “Quando ela chega a Brogodó e abre a boca, fica todo mundo espantado com a voz de Vicentina, que é bem fina. Chega a ser estridente”, revelou Mayana ao jornal Extra. A personagem viajará para o sertão para rodar um filme.

Elisa Pinheiro, atriz revelada na série Clandestinos, também fará uma participação especial. A jovem viverá Abigail Maia, cantora e atriz de teatro que fez parte do cenário cultural brasileiro do século XX. “O produtor de elenco me chamou para fazer essa participação, pois disse que me achava parecida com a Abigail”, contou Elisa.

Além de Abigail Maia, outros artistas do século XX vão dar o ar da graça em Cordel Encantado. O jornalista João do Rio, o compositor Ernesto Nazareth e o autor Oduvaldo Vianna irão se reunir na Confeitaria Colombo com Penélope, personagem vivida por Paula Burlamaqui.

Diretor de 'O Astro' diz que Globo está investindo em novelas mais adultas


Dinâmica, curta, com diálogos inteligentes, muitas referências cinematográficas, cenas de sexo, ótimas interpretações e uma atmosfera meio kitsch meio retrô. Esta é a novela do futuro. Ou do presente. “O Astro”, remake de Janete Clair no ar na faixa das 23h da Globo foi feita para dialogar com um público diferente do da novela das 21h. É o que diz o diretor de “O Astro”, Mauro Mendonça Filho. Leia abaixo a íntegra da entrevista:


UOL - Por que você acha que a Globo resolveu investir em novelas no horário das 23h? Teve influência da alta audiência que as reprises do canal “Viva” têm obtido ou é também para concorrer com outras produções de outras emissoras que vão ao ar no mesmo horário?

Mauro Mendonça Filho - Existe uma demanda por uma dramaturgia mais adulta, na qual os autores possam desenvolver temas mais delicados com certa tranquilidade. Uma novela das 21hs tem classificação de 12 anos. A das 23hs, 16 anos. Aliado a isso, percebeu-se que tem muita gente chegando tarde em casa, a fim de ver novelas e séries. A Globo vem sentindo que precisa dialogar com esse público. Outro dia, o Tiago Leifert, do esporte, falou que ‘não somos mais o País do Futebol, mas o País das Novelas’. Acho que ele está certo.”
UOL - Então a Globo descobriu um novo segmento de público de novelas, mais jovem, mais sofisticado e com menos paciência para certos clichês da teledramaturgia tradicional?
Mauro Mendonça Filho - Acho que esse público é ávido pela renovação do gênero e celebra as mudanças que dão certo. O sucesso de "Cordel Encantado" é um bom exemplo. Mas os clichês nunca deixarão de existir. Clichê só existe porque funciona, senão não seria clichê.

UOL - “O Astro” terá 64 capítulos. Você acredita que o futuro das novelas é serem mais curtas?

Mauro Mendonça Filho - A novela longa nunca deixará de fazer parte do cotidiano do brasileiro. Ela é como um companheiro, alguém íntimo. Você vai para a casa, sabendo que vai encontrá-lo. Acho, porém, que esse formato de 60 capítulos também chegou para ficar, pois é uma novela mais ágil, mais dinâmica, sem barriga. Você fica com vontade de não perder nem um capítulo sequer.

UOL - Na cena da festa que antecede o assassinato de Salomão Hayalla, há uma clara referência a “Assassinato em Gosford Park” de Robert Altman, inclusive na maneira com que a câmera desliza por entre os convidados. Clô Hayalla diz, em determinado momento, “apertem os cintos que a noite será turbulenta”, frase de Bette Davis em “A Malvada”. O assassinato de Salomão também lembra cena de “Watchmen”. Que outros filmes você usa ou utilizará como inspiração na novela?

Mauro Mendonça Filho - Num sentido geral, me inspirei em Pedro Almodóvar, pela renovação do melodrama; em Hollywood dos anos 50, pelo glamour das festas; nas novelas das 22h dos anos 70, pela adequação ao novo horário das 23h; na série “Mad Men”, pelo comportamento sexual no trabalho; em “Hamlet”, pela tragédia após o crime de Salomão; em Quentin Tarantino, que é o rei do retrô; em David Cooperfield, que faz magia com o uso de mídias modernas e em Brian de Palma, que faz suspense, inspirado em filmes do passado. Pincei referências ora aqui, ora ali de filmes como “Ladrões de Bicicleta”, “Lenny”, “Watchmen”, “Caçadores de Emoção”, “Assassinato em Gosford Park”, “Estômago”, “Um Beijo Roubado”. Mas a grande referência é a própria Janete Clair, a lembrança de novelas como “Irmãos Coragem”, “Pecado Capital” e “Pai Herói”.

UOL – Quando você foi criticado no Twitter por suas referências, disse que essa patrulha da originalidade é muito chata. Por quê?
Mauro Mendonça Filho - Quando falo da “patrulha da originalidade” não quero dizer que sou contra a criação original. Falo desse movimento que vem da internet, essa coisa de não deixar passar nada de ninguém, de tudo ser comentado, dissecado e por vezes execrado. Também não sou contra a liberdade da internet, mas sempre onde há excessos, aparece a polícia, o clima de denúncia, de patrulha, que quando não atinge, soa até ingênua. A verdade é que todo o audiovisual trabalha com referências, seja filme, TV, comercial, clipe etc. É uma eterna cadeia. A própria cena do “Watchmen”, na qual me inspirei, vem de uma cadeia. Vou provar: sou fã absoluto do Alan Moore, não do filme, mas li a HQ umas quatro vezes. Veja o caso do personagem Comedian, o mesmo que é jogado pela janela. Ele foi inspirado em outro personagem de um quadrinho dos anos 1950, chamado Peacemaker. A associação Comedian/Joker (o Coringa do Batman), é fácil de ser feita. Esse Peacemaker foi provavelmente inspirado em algum Flash Gordon ou similar dos anos 30, que se inspirou em Meliés, que se inspirava na literatura infantil do século 19. Que nome dão para a cena da escadaria em “Os Intocáveis”, de Brian de Palma, totalmente igual à cena do “Encouraçado Potemkim” ou a “Dublê de Corpo”, do mesmo Brian de Palma, inspirado em “Janela Indiscreta”? Que nome dão para “Kill Bill”, que é totalmente igual ao original do Bruce Lee? No fundo, soa até engraçado, uma cena de morte de uma novela no Brasil causar essa pequena polêmica, pois ainda estamos a anos-luz dos efeitos especiais das produções do cinema Sci-fi americano. No fim das contas, nada disso tem a menor importância.

UOL - Há muitas cenas de festa em “O Astro” e muitas em outras novelas. Por que as cenas de festa funcionam tão bem?

Mauro Mendonça Filho - Os autores adoram uma festa, onde todos estão reunidos e coisas constrangedoras podem acontecer. Mas a verdade é que dá um trabalho danado gravá-las, pois os atores são muito brincalhões, ficam muito tempo sem fazer nada, a figuração fala alto, toda hora temos que pedir silêncio, ordem. A direção e a equipe ralam em dobro. Mas percebo que funciona. Gosto de fazer uma festa, com a câmera dentro dela, perdida entre os convidados. Em uma festa boa, na vida real, depois de uns goles, a gente perde a referência do tempo e do espaço (e, às vezes, de si mesmo). Procuro passar esse clima.

UOL - A polícia entrou no caso Salomão Hayalla e, ao contrário de outras novelas, parece mais realista. Foi uma opção estética de ter diálogos e policiais menos estúpidos?
Mauro Mendonça Filho - A gente esbarra no clichê policial, pela tangente. Não acho que estamos tentando ser realistas e sim fazer um Poirot moderno, com o investigador vivido pelo Daniel Dantas, obcecado com a solução do crime. Algo como um “Zodiac”, sem perder o romance, a tragédia. Márcio Hayalla também vai ficar também obcecado com a solução desse crime e se portará como um Hamlet, inconformado. Não faltarão emoções.

UOL - Não espero que você conte quem será o assassino de Salomão Hayalla, mas espero que você me responda que não vai ser o Felipe [como na versão original], estou certo?

Mauro Mendonça Filho - Isso é segredo de Estado. Só posso adiantar é que haverá surpresas.

*Colaborou Edu Fernandes

Deborah Secco será mãe de adolescente na TV


Deborah Secco, 31 anos, aposenta hoje o furacão Natalie Lamour pela maternidade. Em seu próximo trabalho na TV, a série "Louco por Elas", da Globo, a atriz será Giovana, ex-mulher de Léo (Du Moscovis), com quem tem uma filha adolescente.

As gravações começarão em outubro.

"Amor e Revolução" vai mostrar o assassinato do estudante Edson Luís


"Amor e Revolução" vai mostrar o assassinato do jovem estudante Edson Luís de Lima Souto, interpretado pelo ator Cléber Martins. As cenas começam a ser exibidas nesta sexta-feira (19).

Edson foi o primeiro estudante assassinado pela ditadura militar e sua morte marcou o início de um ano turbulento de intensas mobilizações contra o regime militar que endureceu até decretar o chamado AI-5.

Maria (Graziella Schmitt) assiste ao assassinato do estudante, que protestava contra a alta do preço da comida no restaurante Calabouço.

Stênio Garcia frequentará bailinhos da terceira idade em novela


O ator Stênio Garcia, 78, será um dos protagonistas da turma da terceira idade em "A Vida da Gente".

A próxima novela das 18h da Globo terá um núcleo forte de pessoas mais experientes, que inclui também a atriz Nicette Bruno, 78.

Entre as cenas a que terão direito os personagens, estarão divertidos bailinhos.

Final de Natalie foi alterado em "Insensato Coração"


O final de Natalie Lamour, personagem interpretada por Deborah Secco, na novela "Insensato Coração" foi alterado.

Segundo Ricardo Linhares, que divide a autoria da trama com Gilberto Braga, em vez de virar deputada, Natalie iria ganhar um reality show focado nela, com uma câmera a acompanhando 24h por dia, estilo "The Osbournes".

Na última semana da trama os autores disseram que todos os outros desfechos estavam previstos desde a sinopse original.

Aguinaldo Silva diz que "Fina Estampa" pode ser esticada


Aguinaldo Silva, autor da próxima novela das nove da Globo, afirma que sua trama nem começou, mas pode ser ampliada. "Um passarinho me disse que Fina Estampa terá 202 capítulos. Mas não eram 185? Nem estreou e já aumentou? Mas o que vier eu traço", postou ele em seu Twitter.

"Fina Estampa" estreia no dia 22 de agosto, substituindo "Insensato Coração", de Gilberto Braga e Ricardo Linhares.

Malhação: Gil Coelho vive um rapaz galanteador na nova temporada


Na nova temporada de Malhação, que tem estreia prevista na Rede Globo para o dia 29 de agosto, Gil Coelho será Guido, um galanteador na trama. O “Don Juan” da ficção trabalha em uma locadora de vídeo e irá viver um affair com Laura, personagem de Letícia Spiller.

Escrita por Ingrid Zavarezzi, a história tem direção de núcleo de José Alvarenga Jr., direção geral de Mario Marcio Bandarra e direção de Ajax Camacho. Além dos novos atores, o elenco traz Letícia Spiller, Kadu Moliterno, Virgínia Cavendish, Soraya Ravenle e Anderson Müller.

Sthefany Brito volta a fazer novela


Parece que agora vai.

A atriz Sthefany Brito está de volta à TV Globo em uma novela. Em "A Vida da Gente", próxima novela das seis, ela será Alice, filha biológica de Vitória (Gisele Fróes), mas criada por Suzana (Daniela Escobar) e Cícero (Leonardo Medeiros). A jovem vai sair atrás da mãe biológica.

A última novela da moça foi "Desejo Proibido" em 2007, no papel da meiga Dulcina Botiquário.

Globo pensa em fazer remake de "Dona Flor e Seus Dois Maridos"


Grande marco da literatura brasileira, "Dona Flor e Seus Dois Maridos" poderá ganhar uma nova versão na Globo. Segundo a coluna "Zapping", do jornal Agora São Paulo, a emissora carioca pretende homenagear o centenário de nascimento de Jorge Amado (1912-2001) com uma nova releitura da minissérie em 2012.

Por ter perdido os direitos sobre as obras de Jorge Amado e Dias Gomes, hoje nas mãos das famílias dos escritores, a Globo celebrará o centenário em outras iniciativas.

Vale lembrar que o clássico romance, publicado originalmente em 1966, já teve versões para a TV, cinema e teatro.

Cássia Kis é sondada para novela de Elizabeth Jhin


"A Vida da Gente", de Lícia Manzo, só estreia em meados de setembro na faixa das seis, mas a Globo já trabalha em sua substituta. O folhetim, previsto para março de 2012, será escrito por Elizabeth Jhin com direção de Rogério Gomes. Portanto, a mesma dobradinha de "Escrito nas Estrelas".
Aliás, assim como na sua última obra, Jhin apostará na temática espírita. Sem título definido, a produção terá locações no Rio de Janeiro, Minas Gerais e na Ilha de Marajó, no Pará.
O elenco ainda está sendo sondado, mas há o desejo de se contar com Cássia Kis, a Dulce de "Morde & Assopra", Rodrigo Lombardi, o Herculano de "O Astro", e Mariana Rios, afastada da telinha desde sua participação em "Araguaia".
Só para frisar, a trama de Elizabeth Jhin estreia em março de 2012 no lugar de "A Vida da Gente", que por sua vez é a substituta de "Cordel Encantado".

Globo faz nova encomenda para as autoras de "Cordel Encantado"


Restam apenas mais 11 capítulos para Thelma Guedes e Duca Rachid completarem os trabalhos de "Cordel Encantado", com exibições inicialmente previstas até 23 de setembro.

Mas pelo que já está conversado, elas não terão muito tempo de férias entre uma novela e outra, como normalmente acontece na Globo.

Em recente reunião com o diretor Manoel Martins, foi solicitado à essas autoras - mais uma vez em dupla – que iniciem praticamente na sequência um novo projeto, para posterior avaliação e, se for o caso, exibição ou na faixa das 6 ou das 7 da noite.

Trata-se da fusão de duas histórias bem humoradas, rascunhadas há alguns anos, e que promovem uma integração bem interessante dos seus personagens adultos com os infantis. O elenco, dentro das novas normas estabelecidas pela emissora, não deve ultrapassar a casa dos 28 ou 30 atores.

Thelma e Duca, com contratos até 2012, já foram chamadas para renovar.

Sônia Braga está na mira da Globo


Presença bissexta na TV, Sônia Braga está na mira da Globo. A eterna "Gabriela, cravo e canela" é cotada para duas séries: "Louco por Elas" e "Brado Retumbante".


A primeira, de João Falcão, com Eduardo Moscovis e Déborah Secco no elenco, falará da relação de um boa pinta com sua mãe, filha e ex-mulher. A segunda, de Euclydes Marinho, abordará o universo de um presidente fictício. Domingos Montagner, o Herculano de "Cordel Encantado", é cotado para o papel principal.

Diferente de seus últimos trabalhos na TV brasileira, onde deu o ar da graça em apenas um episódio das séries "As Cariocas" e "Tapas & Beijos", há o desejo de contar com a atriz por um período mais longo. Negociações avançadas.

Sônia, que sua última novela foi "Páginas da Vida", em 2006, tem se dedicado à carreira internacional. Quem não se lembra da Gabriela de "Brothers and Sisters"?