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sábado, 25 de julho de 2009

"Karma" 2º episódio

Chega o dia do julgamento de Helena. As testemunhas são ouvidas. A defesa e acusação expõem suas teses. E o júri é unânime em declarar Helena culpada. Sua pena será de dez anos de prisão em regime fechado.

10 anos depois...

Chega ao fim à detenção de Helena. Agora livre ela tem um único propósito: vingar-se do verdadeiro (a) assassino (a) de Ricardo. Triste e abatida, ela não encontra ajuda de seus familiares, ela passa a pedir esmola nas ruas. Ao pedir esmola a um senhor, Helena reconhece que é um amigo do passado. Ele também a reconhece. Os dois conversam um pouco, e ele (Otavio) oferece um local para que Helena fique por algum tempo. Sem opção Helena decide aceitar, e os dois partem para casa de Otavio. No trajeto Helena tenta recordar dos possíveis assassinos (as) de Ricardo. Ela passa a ter três suspeitos: Emanuel, Vanessa e Guilherme. Emanuel porque dias antes do homicídio, havia brigado com Ricardo. Ambos nunca tiveram amizade. Muito pelo contrario, eles sempre tiveram grande rivalidade. Guilherme por ter desaparecido após a morte de Ricardo. Guilherme foi o único que esteve no local do homicídio e não deu seu depoimento (fato esse que nem a policia sabia). Vanessa ex-namorada de Ricardo sempre foi possessiva e vingativa, ficou muito amargurada depois de ser trocada por Helena. A questão era decifrar esse enigma.
Ao chegar à casa de Otavio, Helena é bem recebida. Depois de banhar e almoçar, ela parte em busca de pistas. A tarefa não era fácil. Descobrir os endereços de seus suspeitos foi bem difícil. Ela estava quase desistindo, até encontrar o primeiro endereço: o endereço de Vanessa. Ao tocar a campainha quem atende é a mesma que se surpreende ao ver Helena.

- Você? (indagou Vanessa)
- Sim... Eu mesma. Surpresa? (Helena pergunta ironicamente)
- Você não estava presa?
- Disse bem. Estava. Agora to livre leve e solta. Seu ciúme doentio passou?
- Olha eu não tenho tempo a perder com uma ex- presidiária.
- A é? Pois se você não me ouvir agora, eu deixo de ser uma ex- presidiária e passo a ser novamente presidiária. Já matei um no passado, não me custa nada matar uma no presente.

[....]

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