As duas principais emissoras do pais estão trocando farpas em relação à Olimpíada de 2016. Enquanto a Globo planta que a concorrência não dará conta de um evento desse porte, a Record alardeia que a emissora da família Marinho não tem crédito internacional para entrar na disputa. As duas redes disputam os direitos de transmissão, numa batalha de US$ 100 milhões. Esse é o valor que ambas estariam dispostas a desembolsar pelo Jogos Olímpicos, que ainda não tiveram sua sede definida. Esse suspense também faz parte das negociações, já que o Brasil concorre ao posto de país-sede do evento, acirrando a disputa entre as emissoras locais. O Comitê Olímpico Internacional (COI) decidirá até o dia 15 de setembro qual das duas redes exibirá os jogos, bem antes do anúncio oficial da sede, que será no dia 2 de outubro. Se não conseguir os direitos da Olimpíada de 2016, a Globo ficará afastada do evento pelo menos até 2020, já que perdeu para a Record a transmissão dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Oficialmente, diretores da Globo informam que não farão loucuras por 2016, mas é fato que estão correndo atrás do COI desde o início do ano. As informações são da colunista Keila Jimenez, do jornal O Estado de S.Paulo.
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