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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

"Esquenta", da Regina Casé, apresenta erros primários de edição

O “Esquenta”, da Globo, com a Regina Casé, foi um achado. Tem a descontração desejada e uma produção sempre competente.

Mas a sua edição, a exemplo do que acontecia no ano passado, continua lamentável. Ainda são muito comuns os disparos de imagem e insertes que nunca combinam. Existem cortes para mesma pessoa, em momentos e reações completamente diferentes.

Tem uma justificativa
A gravação de cada “Esquenta”, na maioria das vezes, chega a passar de 9 horas, e o milagre da sua redução para pouco mais de 60 minutos de arte deve necessariamente acontecer na ilha de edição.

Não há santo que consiga. A finalização é sempre muito ruim. Não tem porque gravar tanto. Só o que vale e decupa o necessário.

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